A economia está crescendo. Mas não para todo mundo.

Estamos dentro de uma economia em K.

Christian H Rossi

4/28/20261 min read

O Goldman Sachs acaba de confirmar o que muita gente já sentia na pele: estamos dentro de uma economia em K.

Mas o que isso significa, afinal?

Imagina a letra K. Ela começa num ponto único e depois se divide em dois caminhos opostos. Um sobe. O outro desce.

É exatamente isso que está acontecendo com a economia americana agora e o Brasil caminha na mesma direção.

Quem está no braço que sobe: Quem tem renda mais alta continua prosperando. Investe mais. Consome mais. Se beneficia de pacotes fiscais e de mercados financeiros aquecidos.

Quem está no braço que desce: Quem tem renda menor está sendo espremido por todos os lados. O Goldman aponta que o aumento no preço da gasolina pesa proporcionalmente quatro vezes mais no orçamento das famílias de renda baixa do que nas de renda alta. Cortes em benefícios sociais. Aluguel em alta porque comprar imóvel virou luxo. Inflação que não perdoa.

O J.P. Morgan vai além: a crise habitacional é o maior divisor de classes.

Quem tem imóvel acumula patrimônio. Quem não tem, paga aluguel crescente e não constrói nada.

Por que isso importa para você?

Porque a economia em K não é só um fenômeno americano. É uma lógica global e ela cobra um preço enorme de quem não tem planejamento financeiro estruturado.

A pergunta não é se a economia vai ser justa com você.
A pergunta é: você está preparado para qualquer direção que ela tome?